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Liverpool troca o bom futebol pelo regulamento em noite pouca inspirada e placar não sai do 0

  • Foto do escritor: Flávio Barros
    Flávio Barros
  • 6 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura

O Chelsea entrou mordido, ainda com a ferida aberta da goleada por 8 a 0 sofrida na primeira fase. A ideia era dar o troco e recuperar o orgulho, mas o plano travou logo no início. O jogo foi pesado, com muita marcação e pouca inspiração, daqueles em que cada passe errado parece durar uma eternidade.


Mesmo assim, o Chelsea teve o grande momento da partida. Uma bola carimbou a trave e fez a torcida prender o fôlego por alguns segundos, um lampejo de esperança em meio a um duelo que nunca decolou. O time sentiu a ausência do capitão, afastado após uma postagem polêmica que ainda repercutia nos bastidores, e faltou alguém para comandar a reação dentro de campo.


O Liverpool, por outro lado, jogou com o regulamento embaixo do braço. Sem correr riscos, controlou o jogo com maturidade, fez o tempo trabalhar a seu favor e segurou o empate que valia a classificação. A equipe teve uma excelente primeira fase e mostrou que, mesmo sem brilhar, continua sendo uma das forças e um dos favoritos ao título da Alpha Champions League.


Quando o árbitro apitou o fim, o suspiro foi coletivo, de alívio e não de emoção. O Chelsea deu sinais de evolução, o Liverpool manteve a frieza de sempre, mas o espetáculo ficou devendo. Um 0 a 0 que serviu mais para quem gosta de estratégia do que para quem esperava adrenalina, e que reforçou a ideia de que às vezes o regulamento também vence.

 
 
 

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